Deputado propõe que medida seja alternativa para ‘livrar sociedade de seus ataques’
Evandro Éboli
BRASÍLIA - A crença religiosa e as posições conservadoras do Pastor Marco Feliciano também orientam os projetos de lei de sua autoria. O deputado, agora presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, defende a castração química para estupradores, como uma medida alternativa a esse tipo de criminoso. Se aprovada, entraria no rol de penas como prestação de serviço à comunidade ou distribuição de cesta básica. Essa castração se dá com medicação e inibe a libido da pessoa. Pode ser temporária ou definitiva.
"O portador desse desvio sabe que poderá vir a reincidir e podendo
optar pela troca da pena de prisão, se submetendo a tratamento médico
que provoque a chamada castração química, poderá livrar a sociedade de
novamente estar exposta aos riscos de seus ataques", justifica Feliciano
no seu projeto.
Feliciano também quer proibir anúncios de prostitutas em classificados de jornais. Argumenta que esse tipo de propaganda deixa crianças e adolescentes expostos a conteúdos impróprios.
"Nossos jovens são estimulados a fazer a leitura desses veículos de informação nas escolas e nas suas famílias, para adquirir conhecimento e o hábito da leitura. Colocar essas propagandas de comércio do sexo em jornais e revistas é um risco para a formação desses jovens", acredita o pastor.
Feliciano também quer proibir anúncios de prostitutas em classificados de jornais. Argumenta que esse tipo de propaganda deixa crianças e adolescentes expostos a conteúdos impróprios.
"Nossos jovens são estimulados a fazer a leitura desses veículos de informação nas escolas e nas suas famílias, para adquirir conhecimento e o hábito da leitura. Colocar essas propagandas de comércio do sexo em jornais e revistas é um risco para a formação desses jovens", acredita o pastor.
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